Em A Festa de Fim do Mundo, o Autor coloca os personagens (entre os quais ele próprio) para contar a história de pessoas que vivem o dia a dia comum a qualquer cidade de qualquer país, até que as notícias sobre o fim do mundo as levam a fazer um balanço das coisas boas e das coisas ruins, de onde se conclui que tudo deve acabar em festa. O grande mistério é se o mundo vai mesmo acabar, pois afinal, como diz o autor-personagem, o fim do mundo é coisa dos homens, e tudo o que o homem faz é imperfeito – até mesmo o fim do mundo.
Gerson Menezes procura acentuar o “clima mágico” que sempre acompanhou as notícias sobre a suposta possibilidade de o mundo acabar. Nos capítulos iniciais do livro, no entanto, predomina a narrativa simples do cotidiano das pessoas, com as primeiras experiências sexuais, as desavenças nas “reuniões sociais”, as intrigas do cotidiano, a violência nos grandes centros urbanos e tudo o que acompanha a humanidade em sua tortuosa história. Como são os personagens que escrevem o livro, “reuniões de avaliação” são promovidas de vez em quando, para ver se a narrativa está indo bem. E a história prossegue, até que as notícias sobre o fim do mundo começam a preocupar a todos…
O jornalista Rubem de Azevedo Lima, em artigo publicado no Correio Braziliense em 10 de janeiro de 2000, diz que Gerson Menezes é uma “grata revelação de romancista”, um “ourives” da frase e da narrativa. “Ele fez a festa fantástica – prossegue Rubem de Azevedo Lima – de personagens que encararam as agruras do regime militar e amaram, com a energia do universo, de modo tão saboroso quanto inesquecível”.
Clique aqui para ler, no Google Books, os primeiros capítulos do livro de estreia de Gerson Menezes
Opiniões publicadas na Imprensa sobre o primeiro livro de Gerson Menezes, A Festa de Fim do Mundo (Editora Thesaurus, 1999):
“Menezes, grata revelação de romancista, é ourives da frase e da narrativa. Ele fez a festa fantástica de personagens que encararam as agruras do regime militar e amaram, com a energia do universo, de modo tão saboroso quanto inesquecível.”
(Rubem de Azevedo Lima, Correio Braziliense, 10 de janeiro de 2000, página 16)
“O autor procura evocar temas importantes, como a hipocrisia, a violência, a solidão, a falsidade, a amizade e a esperança. E o faz de forma leve, que acaba por proporcionar uma leitura rápida. Essa leveza é evocada de forma pura, que às vezes traz implícita uma certa ingenuidade.”
(Marcelo Beluco, Jornal de Brasília, 18 de dezembro de 1999, página 2-C)
“É uma obra bem escrita, uma leitura leve, bem-humorada.”
(Coluna “Agenda”, Jornal de Brasília, 25 de novembro de 1999, página 14-A)
“Em A Festa de Fim do Mundo o jornalista Gerson Menezes coloca os personagens (entre os quais ele próprio) para contar a história de pessoas que vivem o dia-a-dia comum a qualquer cidade de qualquer país, até que as notícias sobre o fim do mundo as levam a fazer um balanço das coisas boas e ruins, de onde se conclui que tudo deve acabar em festa.”
(Revista DF Letras – A Revista cultural de Brasília, Edição 75/81, página 42)
“A Festa de Fim do Mundo é um romance social no qual Gerson Menezes busca abordar as relações interpessoais. (…) Para quem acredita estar próximo o fim, vale a pena dar uma olhada no livro. Para quem não crê nesta possibilidade, A Festa de Fim do Mundo é uma boa pedida para as reflexões sugeridas pela virada do ano.”
(Gabriela Korossy, Jornal de Brasília, 30 de dezembro de 1999, página 2-B)
O livro foi tema de noticiário em outros veículos de comunicação, tais como: Jornal Terceiro Tempo, RJ, Edição 181; coluna Antena, de Natal Eustáquio, Correio Braziliense, 18 de dezembro de 1999; programa Alternativo, TV Brasília, Canal 6, entrevista com o Autor exibida em 31 de dezembro de 1999; Jornal Hoje em Dia (MG), Caderno Brasília, n° 133.
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