As empresas estão em pânico

Virou moda abrir “guerra” contra os negócios pela internet. Só falta a Igreja dizer que “é pecado”, porque o resto já foi dito por todo mundo, seja religioso, anti-religião ou ateu. A única explicação plausível é que as empresas que atuam no segmento tradicional, com sede física, entraram em pânico devido à expansão dos negócios pela internet, à alta lucratividade do setor e ao ritmo de crescimento. E isso é uma grande bobagem, porque há produtos e serviços que podem ser oferecidos pela internet, mas nem tudo pode ser feito dessa forma.

Agora surgiu uma notícia de que determinada empresa que atua no ramo do Marketing Multinível (MMN) está “sendo investigada” porque há pessoas que estão “vendendo todos os seus bens” para aplicar nos negócios dessa empresa. Eu não recomendo que ninguém faça isso, mas vamos analisar com seriedade e com isenção: quer dizer que “vender todos os bens” para abrir uma loja com sede física, ou uma fábrica de qualquer coisa, ou uma indústria de não sei lá o que, ou um salão de cabeleireiro, isso tudo pode, mas se for uma empresa que trabalha pela internet, não pode. Vamos e convenhamos: não é apenas apelação, desinformação e má-fé: é também burrice.

Dá para uma fábrica de automóveis dispensar seus empregados e mandá-los trabalhar em casa? Como isso seria feito? Levando todos os componentes para os operários montarem os automóveis em suas próprias residências? Dá para o operário de obra da construção civil trabalhar em casa? Lógico que não. Esses são apenas dois dos exemplos de coisas que não possibilitam o trabalho pela internet. Agora, se é possível trabalhar utilizando o computador como ferramenta, qual o problema de trabalhar em casa? Por que isso transforma esse trabalho em “indigno” ou mesmo em “ilegal”? É medo da concorrência? Se for, trata-se de um velho vício do “capitalista” brasileiro, que até hoje não quer admitir que capitalismo livre implica risco. Ele quer proteção do Estado e agora quer também proteção da polícia, ao que parece, pois pretende colocar a polícia atrás de quem trabalha pela internet. Coisa de gente, esta sim, indigna e desonesta.

Quer saber de uma coisa? Eu vou trabalhar em casa, sim, e quero ver quem me impede. É legal. É digno. Exige dedicação. Exige estudo. Exige esforço. É legítimo. Os invejosos e os incompetentes, que não sabem como gerir seus próprios negócios, que se danem. Sabe o que eu recomendo a eles? Que recorram à internet atrás de cursos que os ensinem a trabalhar direito. Na internet vão achar. Será que vão continuar sendo incompetentes só porque esses cursos são oferecidos pela internet? É capaz. Eles só sabem espalhar bobagem e reclamar. Fazem me lembrar a máxima sempre repetida pelos marketeiros de além-mar: na crise há dois tipos de gente: os que choram. E os que vendem lenços. Escolha de que lado você quer ficar.

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