A festa de fim do mundo (Apresentação)

a-festaEm A Festa de Fim do Mundo, o Autor coloca os personagens (entre os quais ele próprio) para contar a história de pessoas que vivem o dia a dia comum a qualquer cidade de qualquer país, até que as notícias sobre o fim do mundo as levam a fazer um balanço das coisas boas e das coisas ruins, de onde se conclui que tudo deve acabar em festa. O grande mistério é se o mundo vai mesmo acabar, pois afinal, como diz o autor-personagem, o fim do mundo é coisa dos homens, e tudo o que o homem faz é imperfeito – até mesmo o fim do mundo.

Gerson Menezes procura acentuar o “clima mágico” que sempre acompanhou as notícias sobre a suposta possibilidade de o mundo acabar. Nos capítulos iniciais do livro, no entanto, predomina a narrativa simples do cotidiano das pessoas, com as primeiras experiências sexuais, as desavenças nas “reuniões sociais”, as intrigas do cotidiano, a violência nos grandes centros urbanos e tudo o que acompanha a humanidade em sua tortuosa história. Como são os personagens que escrevem o livro, “reuniões de avaliação” são promovidas de vez em quando, para ver se a narrativa está indo bem. E a história prossegue, até que as notícias sobre o fim do mundo começam a preocupar a todos…

O jornalista Rubem de Azevedo Lima, em artigo publicado no Correio Braziliense em 10 de janeiro de 2000, diz que Gerson Menezes é uma “grata revelação de romancista”, um “ourives” da frase e da narrativa. “Ele fez a festa fantástica – prossegue Rubem de Azevedo Lima – de personagens que encararam as agruras do regime militar e amaram, com a energia do universo, de modo tão saboroso quanto inesquecível”.

Clique aqui para ler, no Google Books, os primeiros capítulos do livro de estreia de Gerson Menezes

8 comentários em “A festa de fim do mundo (Apresentação)”

  1. “Menezes, grata revelação de romancista, é ourives da frase e da narrativa. Ele fez a festa fantástica de personagens que encararam as agruras do regime militar e amaram, com a energia do universo, de modo tão saboroso quanto inesquecível.”
    (Rubem de Azevedo Lima, Correio Braziliense, 10 de janeiro de 2000, página 16)

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  2. “O autor procura evocar temas importantes, como a hipocrisia, a violência, a solidão, a falsidade, a amizade e a esperança. E o faz de forma leve, que acaba por proporcionar uma leitura rápida. Essa leveza é evocada de forma pura, que às vezes traz implícita uma certa ingenuidade.”
    (Marcelo Beluco, Jornal de Brasília, 18 de dezembro de 1999, página 2-C)

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  3. “É uma obra bem escrita, uma leitura leve, bem-humorada.”
    (Coluna “Agenda”, Jornal de Brasília, 25 de novembro de 1999, página 14-A)

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  4. “Em A Festa de Fim do Mundo o jornalista Gerson Menezes coloca os personagens (entre os quais ele próprio) para contar a história de pessoas que vivem o dia-a-dia comum a qualquer cidade de qualquer país, até que as notícias sobre o fim do mundo as levam a fazer um balanço das coisas boas e ruins, de onde se conclui que tudo deve acabar em festa.”
    (Revista DF Letras – A Revista cultural de Brasília, Edição 75/81, página 42)

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  5. “A Festa de Fim do Mundo é um romance social no qual Gerson Menezes busca abordar as relações interpessoais. (…) Para quem acredita estar próximo o fim, vale a pena dar uma olhada no livro. Para quem não crê nesta possibilidade, A Festa de Fim do Mundo é uma boa pedida para as reflexões sugeridas pela virada do ano.”
    (Gabriela Korossy, Jornal de Brasília, 30 de dezembro de 1999, página 2-B)

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  6. O livro foi tema de noticiário em outros veículos de comunicação, tais como: Jornal Terceiro Tempo, RJ, Edição 181; coluna Antena, de Natal Eustáquio, Correio Braziliense, 18 de dezembro de 1999; programa Alternativo, TV Brasília, Canal 6, entrevista com o Autor exibida em 31 de dezembro de 1999; Jornal Hoje em Dia (MG), Caderno Brasília, n° 133.

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